Expressamo-nos...
Cada um à sua maneira. Uns dizem palavrões, outros engolem em seco e engasgam-se na sua própria angústia, uns mandam coisas contra a parede, outros choram sem parar, uns riem de nervosismo, outros simplesmente paralisam e guardam tudo o que sentem.
Guardam num local que pensam estar fechado a sete chaves, mas que o mais reles dos ladrões abriria apenas com um simples alfinete. Porque a forma de abrir é muito simples, basta tocar em certos pontos que automaticamente aquela caixa onde estão guardadas as memórias a curto e longo prazo, se abre sem combinação alguma.
Gostaria de descobrir a combinação do meu cofre. Assim ninguem lhe iria mexer, nem eu mesma. São pontos fracos. Estes deveriam enfraquecer de dia para dia. Não deveriam meramente esperar o dia mais apropriado para se tornarem nos pontos fulcrais para nos destruirem.
Guardar tudo o que sentimos ao longo dos anos é algo que nos corroi. Algo que nos destroi. Criam-se expectativas de que vai ser a ultima vez que iremos ser afrontados e puramente humilhados. E essas expectativas fazem-nos parar, respirar e não responder. Falo por mim. Não falo por vocês.
Tudo o que partlho vem do coração, e não, tanto quanto deveria da razão. Não pretendo julgar ninguem, não pretendo que me julgem. Apenas quero ter a liberdade de me expressar como nunca tive coragem de o fazer em 24 anos de existência.
Hoje em dia se uma criança se movimenta mais do que as outras é hiperactiva. Sim, poderá eventualmente ser.
Há uns anos atrás, se uma criança era tratada como lixo pelos seus pares, era apenas uma maneira de crescer, de se tornar forte e responder de igual forma. Hoje é bulling. É de uma crueldade enorme e indiferença não agir perante tamanha atrocidade. As consequências ficam porque esses pequenos cidadãos do mundo pensam ainda não ter voz activa, sem saberem que no entanto têm tanto a dizer.
Os tempos mudam, as expressões também mas quem passa ou passou por elas sente exactamente o mesmo.
Uma incapacidade de gritar ao mundo o quanto gostaria de ser apenas mais um e não aquele um. Aquele um que na sua mente não se enquadra na sociedade e se perde nas imoralidades e na falta de etica da mesma.
Não encontro melhor forma de terminar mais esta minha libertação do que esta simples frase. Singela, mas é o meu desejo para todos vós. Para quem o faz e para quem como eu deseja aprender a fazê-lo e alcançar com a expressão a liberdade...
"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las."
Voltaire
sabes que sou apologistas da explosão de pensamento... ou seja:não há nada como um bom vernáculo para libertar a alma.
ResponderEliminaras coisas devem ser enfrentadas de frente. cara a cara. no momento. ir guardando e acumulando so ira encher o espirito de coisas más d mais para serem guardadas. ha k enfrentar os nosso medos e tb os nossos fracassos. so assim aprendemos a crescer. mas s as guardarmos e infelizmente acontece teremos k ir ao cofre busca-las e enfrenta-las. para as jogar fora. pk o cofre tem limite e tb enche. e qd ele rebenta a informaçao guardada será demais para suportar e terá tendençia a nos destruir... abre o teu cofre.. uma por uma tira essas recordaçoes para fora.. enfrenta-as agora.. ainda ha tempo. aprende c elas... deixa esse maldito cofre vazio d vez!!!
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