Tinhas razão.
Insististe e sai um pouco do casulo. Não queria. Resisti mas felizmente cedi. Sei que irei voltar em breve para lá, mas por momentos senti uma leveza indiscritivel.
Numa semana de pura tristeza e apenas baixos, a tua amizade fez-me sorrir.
Obrigada pela tua maneira descontraida de ser e por nunca teres desistido de mim.
Abri o meu coração, tu abriste o teu.
Devo ter voado por instantes. Afinal ainda não me cortaram as asas de vez...
filnalmente uma pequena alegria nesse coração.. passo a passo, devagar ela vai chegando. um dia ficará de vez.. é preciso apenas n desistir.. se feliz, se feliz e voa finalmente borboleta!!!
ResponderEliminarTalvez um dia te apercebas que nem sempre a lagarta precisa de asas para voar, assim como as asas da borboleta não existem para ela fugir de si mesma. O ser humano tem mais de auto-regeneração do que se possa imaginar.
ResponderEliminarSimplesmente acredita.
Ana